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iG São Paulo


Pesquisa aponta que mulheres muito bem preparadas para assumir a maternidade excluem pais da rotina com os filhos

O envolvimento dos pais nos cuidados com os filhos de até três meses de idade depende muito do nível de preparação que a mulher tem para a maternidade. As mães bem preparadas tendem a excluir os homens da rotina diária com o bebê. Isso vale, inclusive, para os homens que demonstram ter mais habilidades parentais. É o que sugere um novo estudo da Universidade Estadual de Ohio, nos Estados Unidos.


Os pesquisadores descobriram que os pais que apresentavam altos níveis do que chamaram de ‘parentalidade intuitiva’ eram mais engajados na rotina do bebê do que os pais que não demonstravam tanta habilidade para cuidar dos filhos.


De acordo com o estudo, a parentalidade intuitiva envolve comportamentos sutis e inconscientes que visam o bem-estar da criança, como falar carinhosamente com o filho e fazer contato visual com o bebê para estimulá-lo a interagir.


Sarah Schoppe-Sullivan, principal autora do estudo e professora de Ciências Humanas da Universidade Estadual de Ohio, explica que era esperado que os homens que apresentam essa característica fossem cuidadores mais envolvidos, mas nem sempre isso se mostrou verdadeiro. "Muito do envolvimento do pai depende do que acontece com a mãe, pelo menos nos primeiros meses após o nascimento", disse.


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A pesquisadora ressalta que se a mãe é bem preparada para assumir as funções inerentes à maternidade, os homens podem ter menos oportunidade de se envolver nestas atividades.


Simulação


Ao todo, 182 casais participaram do estudo, que foi publicado em uma edição recente do “Infant Mental Health Journal”. Todos os participantes foram avaliados em suas casas durante o terceiro trimestre da gravidez.


Como metodologia de estudo, os pesquisadores observavam os casais enquanto interagiam com um boneco que simulava o filho que nasceria em breve. O procedimento, que foi filmado, serviu de guia para os estudiosos analisarem comportamentos parentais intuitivos tanto do homem quanto da mulher.


Após três meses do nascimento do bebê, os pesquisadores voltaram a avaliar o casal. Os pais preencheram um diário com relatos de tudo que fizeram durante 24 horas em um dia de trabalho e outro de descanso com a família.


Os pesquisadores, então, analisaram o total de minutos que os novos pais dispendiam em atividades relacionadas com o bebê, incluindo conversa, leitura e colo.


Os resultados sugerem que o envolvimento dos pais aumentou à medida que as mães demonstravam níveis mais baixos de parentalidade intuitiva. A pesquisadora Sarah Schoppe-Sullivan ressaltou que entre os casais analisados tanto os homens quanto as mulheres trabalhavam fora e tinham razoável poder aquisitivo.


"Poderíamos esperar que nestes casais, especialmente, não veríamos essas diferenças entre envolvimento da mãe e do pai, mas elas existiram”, disse ela.


Coautora do estudo, a estudante de pós-graduação Lauren Altenburger afirma que é possível que os pais assumam um papel mais participativo ao longo do tempo. "As mães podem estar mais envolvidas logo após o nascimento do bebê, mas nada impede que os pais se envolvam ativamente mais tarde", disse.


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Fonte: Envolvimento dos pais nos cuidados com o bebê depende da mãe»

BBC


Levantamento britânico diz que harmonia no lar tem mais influência do que dinheiro e desempenho acadêmico em sensação de realização na vida adulta

Um estudo da London School of Economics (LSE) afirma que estabilidade emocional no lar tem mais influência na felicidade futura de crianças do que dinheiro ou um bom desempenho acadêmico.


De autoria do professor Richard Layward, considerado um dos principais especialistas no mundo em 'estudos da felicidade', a pesquisa entrevistou mais de 9 mil pessoas nascidas na Grã-Bretanha em diversas situações sociais durante um período de três semanas no ano de 1970.


Essas pessoas foram acompanhadas até os 34 anos de idade, e vários dados de sua trajetória foram analisados, como renda familiar, histórico de trabalho e mesmo a ficha criminal. A partir dessas análises, a equipe desenvolveu um modelo matemático explicando variações nos níveis de felicidade entre a população britânica.


Para avaliar a estabilidade emocional, a equipe de Layward também se concentrou em detalhes minuciosos como crises de insônia na infância e mesmo incontinência urinária, passando por desordens alimentares.


Os pesquisadoras concluíram que a "saúde emocional" na infância esteve no topo da lista de fatores determinantes. O histórico acadêmico ficou em último lugar.


Saúde emocional


O estudo concluiu que a renda é responsável por apenas 1% de variação nos índices de felicidade expressados pelas pessoas estudadas, enquanto a "saúde emocional" na infância responde por 6%.


As conclusões do estudo são controversas, em especial o argumento de que o desempenho intelectual na infância pode ter muito menos influência do que se pensava no que se pode chamar de realização na vida adulta.


"Sabemos que vamos provocar ultraje ao dizer que educação e dinheiro estão entre os menos importantes determinantes de sucesso", escreveu Andre E. Clarke, um dos acadêmicos envolvidos no estudo da LSE.


Nos últimos anos, os "estudos da felicidade" ganharam popularidade não apenas no meio acadêmico como político. Ao ponto de pesquisadores e mesmo chefes de estado, como o premier britânico, David Cameron, falarem publicamente em termos como "PIB da felicidade" como parte de discussões para melhor entender as necessidades da população.


Cameron recentemente declarou que "era chegado o momento de admitir que há mais na vida que o dinheiro".










Fonte: Bem-estar emocional na infância 'compra felicidade', diz estudo»

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